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janeiro 06, 2015

Por que prostrar-se diante de parentes e pessoas mais velhas?

Indianos se prostram diante de seus parentes, idosos, professores e almas nobres tocando os seus pés. Os idosos retribuem abençoando-nos colocando suas mãos sobre nossas cabeças. Prostração é feita diariamente, quando encontramos os mais velhos e particularmente em ocasiões importantes como o início de uma nova tarefa, aniversários, festivais etc. Em certos círculos tradicionais, prostração é acompanhada pelo abhivaadana, que serve para apresentar-se, anunciar a família e o status social.
A postura usual humana é em pé. Tocar os pés em prostração é sinal de respeito pela idade, maturidade, nobreza e divindade que nossos idosos personificam. Simboliza nosso reconhecimento por seu amor abnegado por nós e os sacrifícios que têm feito por nosso bem-estar. É uma forma de humildemente reconhecer a grandeza do outro. Esta tradição reflete a força dos laços familiares, que tem sido uma das forças duradouras da Índia.
Os bons desejos (Sankalpa) e bênçãos (aashirvaada) dos mais velhos são altamente valorizados na Índia. Prostramo-nos em busca delas. Bons pensamentos criam vibrações positivas. Bons desejos brotando de um coração cheio de amor, de Divindade e nobreza possuem uma força tremenda. Quando nos prostramos com humildade e respeito, invocamos as graças e bênçãos dos mais velhos, as quais fluem na forma de energia positiva para nos envolver. É por isto que a postura adotada, seja ereta ou em prostração, propicia que todo corpo receba a energia que lhe é enviada.
As diferentes formas de mostrar respeito são:

Pratuthana – levantar-se para dar boas-vindas a alguém.
Namaskaara – prestar homenagem na forma do Namastê.
Upasangrahan – tocar os pés dos mais velhos e professores.
Shaashtaanga – prostração total com pés, joelhos, estômago, peito, testa e braços tocando o chão, em frente a pessoa mais velha.
Pratyabivaadana – resposta a um cumprimento.

Regras são prescritas em nossas escrituras a respeito de quem deve se prostrar diante de quem. Riqueza, sobrenome, idade, força moral e conhecimento espiritual em ordem crescente de importância, qualificam os homens para receber respeito.
É por isso que um rei, mesmo sendo regente do território, se prostra diante de um mestre espiritual. Épicos como o Ramayana e o Mahabharata têm muitas histórias que destacam esse aspecto.

janeiro 05, 2015

Por que uma sala de orações?

A maioria dos lares indianos possui uma sala de orações ou altar. Uma lamparina é acesa e o Senhor é adorado diariamente. Outras práticas espirituais como japa (repetição do nome do Senhor), meditação, paaraayana (leitura das Escrituras), orações, cânticos de devoção, etc. também são realizados nesse altar ou sala de oração. Uma adoração especial também é realizada em ocasiões festivas como aniversários, festivais e coisas do gênero. Cada membro da família, jovem ou idoso, comunga e adora o Divino.
O Senhor é toda a criação. Ele é também, conseqüentemente, o dono da casa em que moramos. A sala de orações é o cômodo principal da casa. Somos os ocupantes terrenos de Sua propriedade. Essa noção nos livra do falso orgulho e posse.
A atitude ideal a ser tomada é referir-se ao Senhor como o verdadeiro dono de nossos lares e de nós próprios como zeladores de Sua morada.
Caso isso seja difícil, deveríamos ao menos pensar Nele como um convidado muito bem-vindo. Assim como receberíamos um convidado importante com o maior conforto, da mesma maneira felicitamos a presença do Senhor em nossos lares com uma sala de orações ou altar, que deve ser mantido limpo e bem decorado.
O Senhor é onipresente. Para lembrarmos que Ele reside em nossos lares, mantemos salas de orações. Sem a graça do Senhor, nenhuma tarefa pode ser realizada com sucesso ou facilmente. Invocamos Sua graça ao comungarmos com Ele na sala de orações todos os dias e em ocasiões especiais.
Cada cômodo da casa é dedicado a uma função específica. Por exemplo, o quarto para o descanso, a sala de estar para receber visitas, a cozinha para cozinhar, etc. A mobília, decoração e ambientação de cada cômodo nos conduzem aos objetivos a que servem. Da mesma forma para a meditação, adoração e oração, devemos ter o ambiente adequado, daí a necessidade de uma sala de orações.
Pensamentos sagrados e vibrações sonoras permeiam o local e invadem as mentes daqueles que lá estão. Pensamentos e vibrações espirituais acumulados através de meditação, adoração e cânticos regulares lá realizados permanecem na sala de orações. Mesmo quando estamos cansados ou agitados, ao nos sentarmos na sala de orações, sentimo-nos calmos, rejuvenescidos e espiritualmente erguidos.

janeiro 04, 2015

Por que lamparinas?

Diariamente, na maioria dos lares indianos acende-se uma lamparina perante o altar do Senhor. Em algumas casas ela é acesa ao amanhecer, e em outras, também ao entardecer e mantida acesa permanentemente (Akhanda Deepa). Todas as celebrações têm início com o acender da lamparina, que permanece acesa até o final da cerimônia.
A luz simboliza o conhecimento. A escuridão, a ignorância. O Senhor é o Princípio do Conhecimento (Chaitanya), que é a fonte, o animador e o iluminador de todo o conhecimento. Desta forma, a luz é adorada como o próprio Senhor.
O conhecimento remove a ignorância, assim como a luz remove a escuridão. O conhecimento é também uma riqueza interna permanente, através do qual toda meta externa pode ser alcançada. Sendo assim, acende-se a lamparina para reverenciar o conhecimento como a forma do bem maior. 
Por que não acender uma lâmpada comum ou um abajur? Isso também removeria a escuridão. Mas a lamparina a óleo possui um significado espiritual mais profundo. O óleo ou ghee (um tipo de manteiga indiana) na lamparina simboliza nossos vaasanas ou tendências negativas, e o pavio simboliza nosso ego. Quando aceso pelo conhecimento espiritual, os vaasanas são exauridos vagarosamente, bem como nosso ego. A chama de uma lamparina sempre queima para cima. De forma semelhante, devemos obter o conhecimento de modo a atingirmos ideais mais elevados.
Ao acendermos a lamparina, devemos orar:

Deepajyothiparabrahma
Deepasarvatamopahaha
Deepenasaadhyate saram
Sandhyaadeeponamostute

Eu me prostro para a lamparina do amanhecer / entardecer
Cuja luz é o Princípio do Conhecimento (o Senhor Supremo)
Que remove a escuridão da ignorância, através do qual
tudo pode ser obtido na vida.

Mere Jeevan Saathi (2006)

Vicky ( Akshay Kumar ) é um aspirante a cantor que é dedicado ao seu verdadeiro amor, Anjali ( Amisha Patel ). Ele recebe uma grande oferta de uma empresa de música no Canadá e aceita. No Canadá, ele se encontra com a proprietária da empresa, Natasha ( Karisma Kapoor ). Natasha ajuda Vicky se tornar uma estrela, no entanto, Vicky não tem conhecimento de motivos ocultos de Natasha. Natasha conheceu Vicky na faculdade e nutria uma paixão profunda por ele. O pai de Natasha tinha avisado a ela que seu amor por Vicky nunca poderia ser completo, pois Vicky ama Anjali, mas ela se recusa a ouvir. Quando o pai de Natasha morre em um acidente de carro, Natasha, sem ninguém para amar, colocar todo o seu amor e devoção em Vicky.

Assista on line:

janeiro 03, 2015

Cinco são presos por sequestro e estupro coletivo de turista na Índia

A polícia da Índia prendeu cinco homens ligados a um suposto sequestro e estupro coletivo de uma turista japonesa de 23 anos, segundo fontes oficiais neste sábado (3).
A mulher registrou a denúncia por meio do consulado japonês em Kolkata, no leste da Índia, dizendo que estava hospedada em um hotel econômico, em novembro, quando três homens que falavam japonês fizeram amizade com ela e a levaram para um resort a beira do mar, em Digha, no estado de West Bengal.
Segundo a polícia de Kolkata, ela disse que eles roubaram dela 76 mil rúpias (1,2 mil dólares), usando o seu cartão no caixa eletrônico, e a levaram para Bodh Gaya, um grande centro de peregrinação budista e turístico no estado de Bihar.
Lá, ela alega que mais dois homens se juntaram ao grupo e todos a estupraram. "Prendemos três pessoas de Kolkata e duas de Gaya em Bihar, todos ligados ao que aconteceu", disse Pallav Kanti Ghosh, um policial de primeiro escalão de Kolkata.
Ele disse que dois deles foram processados por estupro coletivo. O incidente mais uma vez coloca em foco a segurança de mulheres na maior democracia do mundo.
Milhões de indianos foram às ruas em 2012, após uma estudante de medicina ser estuprada e morta em Nova Délhi, exigindo medidas oficiais para reduzir agressões a mulheres.

janeiro 02, 2015

Student of the year (2012)

 É a história de Abhimanyu Singh (Sidharth Malhotra) e Nanda Rohan (Varun Dhawan) que atravessam o caminho da competição, a inveja, o triunfo, o fracasso da manipulação, e desgosto em seu mini-universo no Ensino Médio de Santa Teresa, Dehradun. Abhimanyu Singh aka Abhi vem de uma família de classe média e quer alcançar grandes alturas de sucesso e prosperidade, o primeiro passo para o que será o Estudante  do ano, enquanto Rohan Nanda aka Ro, é o filho de um magnata dos negócios que lida com uma complexa relação com seu pai e sabe que vencer o estudante  do ano vai saco dele a aprovação que ele inconscientemente anseia por. Quando os dois protagonistas com formações distintas e metas claras chocam-se uns com os outros no vestiário, campo de futebol e da cantina, não há dúvida na mente de alguém que as equações predefinidas de campus da St.T ‘s estavam prestes a mudar.  Como novas ambições nascem e antigas lealdades caem no esquecimento, cada segmento do estudante da competição do ano consegue  redefinir as escolhas dos três protagonistas.
O que Abhimanyu escolherá? Vitória ou Amizade?
O que vai Rohan escolherá? Vitória ou sonhos?
O que vai Shanaya escolherá? Vitória ou Emoções?

dezembro 31, 2014

Feliz Ano Novo!

 Pois é... 2014 está quase acabando... mas apenas de acordo com o calendário utilizado na Europa e em muitos outros países. No entanto, não é assim em algumas outras partes do mundo. O início da contagem dos anos varia de cultura para cultura, porque está associado a algum fato notável; Não é apenas a numeração dos anos (ou seja, o ponto de partida da contagem) que muda, conforme o calendário: o dia comemorado como início do ano também varia, conforme a tradição. Em muitas culturas, o início do ano coincide com fenômenos astronômicos importantes, como os solstícios e os equinócios, que são determinados pelo movimento aparente do Sol. Em algumas civilizações, como na indiana, o início do ano depende não apenas da posição do Sol mas também da fase da Lua. 
O ano hindu tradicional tem doze meses, sendo o primeiro deles chamado Chaitra. O nome do mês está associado à posição aparente do Sol (signo). 
O nome do primeiro dia do ano e o modo de comemorá-lo varia em diferentes regiões da Índia. Há também calendários regionais, que fazem com que o primeiro dia do ano caia em datas diferentes. Mas geralmente se considera que o início do ano é o primeiro dia do mês hindu de Chaitra.
O mês Chaitra se inicia com a Lua Nova quando o Sol está na constelação de Aries (que se chama Mesha, em sânscrito). O segundo mês, chamado Vaishakha, se inicia com a Lua Nova quando o Sol está na constelação de Taurus (Vrishabha, em sânscrito), e assim por diante. A tabela abaixo indica os meses hindus e sua correlação com os signos do zodíaco: 

1. Chaitra, constelação Meṣa (Ares)
2. Vaiśākha, constelação Vṛṣabha (Touro)
3. Jyaiṣṭha, constelação Mithuna (Gêmeos)
4. Āṣāḍha, constelação Karka (Cancer)
5. Śrāvaṇa, constelação Siṃha (Leão)
6. Bhādrapada ou Bhādra ou Proṣṭhapada, constelação Kanyā (Virgem)
7. Āśvina in,sometimes Aśvayuja, constelação Tula (Libra)
8. Kārtika, constelação Vṛścika (Escorpião)
9. Agrahāyaṇa ou Mārgaśīrṣa, constelação Dhanus (Sagitario)
10. Pauṣa, constelação Makara (Capricornio)
11. Māgha, constelação Kumbha (Aquário)
12. Phālguna, constelação Mīna (Peixe)

A festa de fim de ano, na tradição indiana, é chamada Holi em Hindi e Dhuli em sânscrito, e será comemorada no mês de março de 2013 - o último dia do mês Phalguna. É o festival de primavera, também conhecido como "festival das cores". Na tradição religiosa, é uma festa em homenagem a Vishnu e Krishna. Durante essa festa, as pessoas acendem fogueiras, jogam pós ou líquidos coloridos uns nos outros (para comemorar o fim do inverno e a volta das cores da natureza) e dançam. A festa é bastante informal, cheia de brincadeiras, eliminando as barreiras de idade, gênero, status e casta. As cores utilizadas tradicionalmente eram extraídas de plantas e tinham efeitos medicinais; atualmente são utilizados corantes sintéticos e que contêm metais pesados, que podem produzir problemas de saúde nos participantes. 
No dia seguinte (o primeiro dia do ano), a tradição indica que as pessoas devem decorar suas casas com coisas auspiciosas: folhas de manga, flores de jasmim, desenhos no chão (rangolis, feitos com pó de arroz colorido). Costumam ser colocadas lamparinas no centro dos rangolis, para simbolizar a luz que deve iluminar o lar durante o ano.
Dá boa sorte ver, ao nascer do dia, coisas auspiciosas como jóias de ouro e prata, frutos, vegetais, flores, arroz cru e cocos. Deve-se tomar o banho ritual para se purificar e colocar uma roupa nova. São feitas orações nos templos, onde as pessoas ouvem predições para o ano que se inicia (Panchanga Sravanam). 
Um alimento tradicional para o primeiro dia do ano é o Ugadi Pachadi, que é mais conhecido no ocidente como Mango Chutney. Ele contém ingredientes com todos os sabores básicos (doce, azedo, salgado, ácido, pungente, amargo) e acredita-se que essa combinação proporciona um ano equilibrado para a pessoa que o consome.

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